120 anos da Congregação

Comemoração movimentou o INSP 

Professores, coordenadores, funcionários e alunos prepararam um momento especial de celebração pelos 120 anos da Congregação das Irmãs Auxiliares no dia 28 de agosto. As apresentações foram feitas em diversos lugares da escola, cada coordenação teve um jeito especial para homenagear a Congregação.

Foi um dia de muita alegria e celebrações, cada segmento apresentou de forma criativa sua homenagem. No Ensino Fundamental, além dos momentos de celebração em sala de aula, no pátio, a força e o significado de se ter 120 anos foram relembrados com uma linda apresentação (leia o texto completo no final desta matéria).  Os alunos da Educação Infantil presentearam as irmãs com uma linda cesta de frutas que foi pouco a pouco montada com os significados que foram dados a cada fruta. Logo após, Irmã Jéssica contou um pouco da história da fundação da Congregação de uma maneira toda especial para os pequeninos. Em outros segmentos, as Irmãs foram às salas de aula levar mensagens sobre a importância de fazer parte de uma instituição com uma história tão bonita, inspiradora e consolidada.

Como é ter 120 anos?*

Quando a gente pensa em uma pessoa de 120 anos, primeiro, a gente imagina que é um milagre alguém sobreviver por tanto tempo, depois, a gente tem certeza de que essa é uma pessoa muito especial, abençoada por Deus.

Quando a gente descobre que algum objeto tem 120 anos, a gente tem certeza de que esse objeto foi feito do melhor material que poderia ter sido usado na época em que foi criado.

Quando a gente fica sabendo que algum livro foi escrito há 120 anos e continua sendo vendido e lido até os dias de hoje, a gente sabe que o que está escrito ali é de muito valor.

Quando a gente pensa em um prédio de 120 anos de construção, sabemos que é um prédio sólido, firme, bem sustentado e com alicerces fortes.

Quando a gente pensa em uma música ouvida por 120 anos, sabemos que ela tão boa, tão boa, que ainda continuará sendo ouvida para sempre, que seu encanto e sua harmonia jamais deixarão de ser admirados.

Pois é, gente! Hoje, estamos comemorando os 120 anos da Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade. Essa Congregação que, aqui em Jacarepaguá, está representada por essas Irmãs que nós conhecemos e com quem convivemos diariamente.

Por isso, estamos aqui todos juntos para prestar homenagem a essas mulheres que representam e fazem parte desses 120 anos. Cento e vinte anos é muito tempo, né, gente?! E quando a gente sabe que uma Congregação de Irmãs, uma congregação que foi fundada aqui no nosso país, no Brasil, completa 120 anos, a gente tem certeza de que, assim como a pessoa de 120 anos, ela é muito especial e coberta pelas bênçãos de Deus; que, assim como aquele objeto, ela foi feita do melhor material que poderia ter sido usado naquela época – fé, amor, bondade, caridade; que assim como o livro de que falei agora há pouco, ela tem um valor inestimável; que assim como a construção de 120 anos, ela é sólida, firme, bem sustentada com alicerces fortes e que, assim como a música ouvida há 120 anos, ainda continuará provocando encantamento e harmonia por muito e muitos anos.

Minha avó que já está lá no céu há 10 anos, foi uma mulher muito sábia e me ensinou que quando queremos homenagear de verdade alguém, a gente deve dar a essa pessoa quatro coisas: palavras, beleza, nossa dedicação em algo feito por nós mesmos e orações.
E é isso que vamos fazer agora para homenagear a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, a CIANSP, aqui representada por essas Irmãs.

Para representar o belo, escolhi uma flor. Essa flor se chama AGERATO. Vocês sabem o que esse nome significa? Significa ‘aquele que nunca envelhece’. Desejamos que a Congregação nunca envelheça e continue espalhando essa alegria por onde passa e onde se instala com suas obras.

E minha dedicação em algo feito por mim vai representada em um bolinho que preparei com muito carinho ontem à noite, para que as Irmãs adocem seu dia e para que nós possamos cantar os parabéns.

Agora, o mais importante virá do grupo inteiro… vamos todos nos levantar para, juntos, encaminharmos nossa oração à Nossa Senhora da Piedade, em agradecimento por termos essa Congregação cuidando de nossa escola e de todos nós, funcionários e estudantes, e pedindo que ela derrame suas bênçãos sobre essas Irmãs que tão bem nos acolhem a cada dia.

 *Márcia Helena de Sá Nogueira – Coordenadora das Séries Iniciais do Ensino Fundamental turno da manhã

Conheça a história da Congregação

Padre Domingos Pinheiro fundou, em 1867, o Asilo São Luiz para acolher as crianças pobres e filhas de escravos, libertadas pela lei do ventre livre. A Irmandade de Nossa Senhora da Piedade, também fundada por ele, auxiliava na manutenção das crianças e zelava pela singela Igreja da querida Mãe de Piedade, no alto da Serra do mesmo nome.

CIANSP

Alguns anos depois, doze jovens, que cresceram no Asilo São Luiz, dentre elas mulatas, negras e brancas, se encantaram com o cuidado que Monsenhor Domingos despendia para que as crianças crescessem na fé e na dignidade humana. A educação era o instrumento primordial para alcançar esse fim, tendo por amparo a devoção filial à Nossa Senhora da Piedade e a confiança constante na Providência Divina.

Inspiradas na audácia de Monsenhor, elas desejaram compartilhar esse sonho. Envoltas de coragem e animadas pelo Espírito Santo, escreveram uma carta solicitando que o Padre Domingos fundasse uma Congregação Religiosa onde elas pudessem auxiliar as crianças, os jovens, os enfermos e os idosos em suas necessidades físicas e espirituais, seguindo o exemplo de ternura da querida Mãe da Piedade.

Monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro acolheu com alegria e fé esse chamado de Deus e, no dia 28 de agosto de 1892, nasceu, aos pés da serra da Piedade situada no município de Caeté – MG, a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade (CIANSP).

Aos 120 anos de existência, a CIANSP está presente em diversas partes do Brasil. Escolas, creches, asilos e comunidades pastorais compõem a missão das Irmãs Auxiliares. Uma história pautada no amor e na missão de ser presença geradora de vida, por meio da acolhida, da esperança, da fraternidade, da solidariedade e da compaixão, traços característicos de Nossa Senhora da Piedade.

 

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