Aprendendo as formas da escrita

A grande maioria dos teóricos em alfabetização é categórica em afirmar que a letra bastão, também conhecida como “CAIXA ALTA”, é a melhor opção para a introdução das crianças no código da escrita alfabética. Entretanto, após consolidado o primeiro momento desse processo, é hora de conhecer a letra cursiva, aquela de “mãozinhas dadas”, que proporciona uma escrita com mais ritmo e fluidez. No INSP Júnior, o Ensino Fundamental, as crianças do 1º ano vivenciam essa transição de forma lúdica e diversificada.

Materiais como cola colorida, lixa e caixa de areia são alguns dos recursos usados para desenvolver atividades que auxiliam os pequenos no desenvolvimento motor, essencial para a aprendizagem do movimento que a mão faz ao escrever a letra cursiva. Assim, eles se divertem aprendendo, cobrindo letras e palavras, recortando, colando. Por fim, os estudantes, recém chegados no Ensino Fundamental, com a ajuda da professora, escrevem as letras no quadro. Depois, apagam com os dedinhos, seguindo o movimento correto. “A proposta é a de exercitar os movimentos necessários para o desenvolvimento de uma caligrafia correta”, explica a docente Verônica Mousinho.

Segundo a coordenadora pedagógica do INSP Júnior, Márcia Helena Esteves, o desenvolvimento psicomotor influencia, de forma positiva e determinante, no processo de alfabetização. Buscar o interesse das crianças com atividades estimulantes é o grande desafio para os docentes do 1 º ano. “Este é o momento do despertar para a leitura. A concretização do domínio do código da escrita alfabética exige muita organização para que esse processo se dê de forma significativa, ou seja, que a criança possa, efetivamente, usar a língua escrita em seu cotidiano”, explica a pedagoga.

 

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