Drogas Lícitas e Ilícitas – Enfoque Criminal

No dia 31/07, dando continuidade ao Programa de Formação de Pais, Estudantes e Professores 2014, o INSP contou com as ilustres presenças dos delegados da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro Allan Duarte e Leonardo Borges. Ambos discorreram sobre o assunto “drogas lícitas e ilícitas”, perpassando pela diferença entre ilegalidade e criminalização e entre pena criminal e medida sócio-educativa.

INS_7904Após o preâmbulo explicativo, os alunos do 9º ano ao Ensino Médio tiveram a oportunidade de perguntarem livremente sobre o assunto. Segundo o Coordenador do Ensino Médio do INSP, professor Garbriel Morse, o momento foi muito bem aproveitado com perguntas abordando a violência juvenil, a conduta que menores e maiores de idade devem ter frente às situações de risco, como a polícia conduz os maiores e menores de idade nos casos de utilização e tráfico de entorpecentes, além de dúvidas gerais sobre a profissão e a carreira.

Veja o que dizem os especialistas Ana Cecília Petta Roselli Marques e Marcelo S Cruz, da Unidade de Dependência de Drogas do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (UDED/Unifesp) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (NEPAD/UERJ).

“O uso de drogas é um fenômeno bastante antigo na história da humanidade e constitui um grave problema de saúde pública, com sérias consequências pessoais e sociais no futuro dos jovens e de toda a sociedade. A adolescência é um momento especial na vida do indivíduo e toda a orientação sobre o assunto se faz necessária.

Ao entrar em contato com drogas nesse período de maior vulnerabilidade, expõe-se também a muitos riscos. Os levantamentos epidemiológicos sobre o consumo de álcool e outras drogas entre os jovens no mundo e no Brasil mostram que é na passagem da infância para a adolescência que se inicia esse uso.

No Brasil, o panorama mudou completamente nas últimas décadas. Até o início da década de 80, os estudos epidemiológicos não encontravam taxas de consumo alarmantes entre estudantes. No entanto, levantamentos realizados a partir de 1987 pelo Centro Brasileiro de Informações sobre as Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo (CEBRID) têm documentado uma tendência ao crescimento do consumo.”

Fonte: O adolescente e o uso de drogas. – http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44462000000600009&script=sci_arttext

 

 

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