Educar pelo exemplo

Melhores Pais, Melhores Filhos – Educar pelo exemplo, foi o nome da palestra aplicada pela psicopedagoga e educadora Cristina Coronha aos pais e professores da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental no dia 19/09.

A palestrante iniciou propondo uma reflexão sobre o tipo de comportamento que a sociedade apresenta nos dias de hoje. “Vivemos em uma era de aparências onde a popularidade e artificialidade se mostra muito importante para alguns”, explicou Cristina iniciando as explanações sobre o tema.

“Cada vez mais temos que pensar no tipo de educação que damos aos filhos nos dias de hoje e saber que a formação do caráter do filho não depende somente da escola mas também da família. Precisamos observar e saber que estamos sendo observados a todo momento. Os exemplos que uma criança vê, ouve ou sente, em algum momento será repetido por ela. E assim vão fazendo parte da formação do caráter do indivíduo.”

Veja outros tópicos abordados pela palestrante:

  • Para formar o caráter deve-se formar conceitos, esses conceitos são os que regem a conduta.
  • Para educar precisa-se de certezas, pois as incertezas trazem insegurança.
  • Cada um interpreta o que vê de forma diferente e forma seu conceito.

Durante alguns exercícios dinâmicos, os pais puderam se expressar e até rever alguns conceitos. “Para educar é necessário ter um alicerce rígido, uma boa base” explicou Grace Lopes, mãe da aluna Hellen Lopes do Maternal.

Através do análise de alguns desenhos, surgiram diversos conceitos em relação ao que melhor representa educação.

Por fim ela convidou a fazerem uma outra reflexão, desta vez, partindo do concreto para o abstrato. Em algumas cadeiras, logo no início do evento, estavam um pote e algumas pedras. A palestrante pediu para que a pessoa que estivesse com o pote fosse até a frente e com o pote vazio ela pediu que pensassem que o pote representasse o tempo livre que deveria ser preenchido. Outras pessoas tinham pedras, uma a uma, foram sendo questionadas. As maiores primeiro, representando suas maiores prioridades (valores, saúde, trabalho, religião) e foram sendo colocadas dentro do pote. Depois, a palestrante despejou algumas pedras pequenas representando as pequenas obrigações do dia a dia e ainda despejou um pouco de água, representando as coisas invisíveis que também ocupam o tempo. O pote ficou cheio, mas não lotado, pois tudo estava bem encaixado e ainda tinha algum espaço.

“E se tudo isso fosse ao contrário ou de uma forma diferente”, falando isso Cristina retirou uma das maiores pedras do fundo, das que representam as prioridades e foi colocar de novo por cima da que restaram no pote. “Perceberam que a pedra não entra no pote? É assim que devemos agir com nosso tempo. Começar com o que há de mais importante depois os menos importantes, senão as coisas são mais difíceis de encaixar”.

 

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