Irmãs participam da Jornada Mundial da Juventude no Panamá

Irmãs Wlaise Angélica Almeida, Jéssica Luana de Souza e Juliana Pereira dos Santos.
(da direita para a esquerda)

Quem vivenciou, em 2013, a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro pôde sentir a força espiritual e transformadora desse evento, o que o torna tão significativo que hoje é o maior da Igreja Católica. Neste ano, a XXXII JMJ  aconteceu, pela primeira vez, na América Central, no Panamá, entre os dias 22 e 27 de janeiro. As Irmãs Wlaise Angélica Almeida, Jéssica Luana de Souza e Juliana Pereira dos Santos representaram a CIANSP – Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade no evento.

A JMJ é um evento criado pelo então Papa João Paulo II, em 1986, e reúne jovens católicos de todo o mundo. Tem o intuito de celebrar a fé em Jesus Cristo e mostrar o rosto jovem da Igreja. A maior reunião de jovens católicos do mundo tem atravessado gerações e fronteiras e reunido pessoas dos quatro cantos do planeta.

A hospitalidade dos panamenses encantou a Irmã Wlaise, que, junto às outras duas religiosas, foi hospedada por famílias voluntárias da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Chitré no interior do país.O evento contou com  20 mil voluntários nacionais e 2.445 voluntários internacionais.

A abertura, presidida pelo Arcebispo do Panamá Dom José Domingo Ulloa, no Campo Santa Maria la Antigua, contou com a participação de 75 mil pessoas de várias partes do país e do exterior.O Arcebispo também agradeceu ao Papa Francisco por conceder, ao Panamá, essa oportunidade.

Os mais de 600 mil jovens que compareceram ao evento ouviram atentamente as palavras do Papa. Saudado efusivamente, o Santo Padre disse que esse grande encontro de juventude é um encontro de pluralidade para que os jovens sejam construtores de pontes.

Na missa de envio, que encerra o evento, o Papa, em sua homilia, falou sobre como Jesus transformou um Deus que era promessa de futuro numa realidade conclamando os jovens a aproximarem-se de Deus.

“Nem todos os seus vizinhos de Nazaré estavam prontos para acreditar em alguém que conheciam e tinham visto crescer e que os convidava a realizar um sonho há muito aguardado. Não é raro comportarmo-nos como os vizinhos de Nazaré, preferindo um Deus à distância – magnífico, bom, generoso – mas distante e que não incomode, um Deus domesticado. Porque um Deus próximo no dia a dia, amigo e irmão pede-nos para aprendermos proximidade, presença diária e, sobretudo, fraternidade.Quereis viver em concreto o amor?”, convidou Francisco, encerrando o evento.

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