Parque Lage vira sala de aula do INSP

Cenário da Cultura carioca, o Parque Lage faz parte do imaginário coletivo de várias gerações. Na época do Brasil Colonial, foi um Engenho de Açúcar, com terras que se estendiam até as margens da Lagoa Rodrigo de Freitas. O Engenho Del Rey passou a pertencer ao governador do Rio de Janeiro, no século XVI.

Em meados do século XIX, um nobre inglês comprou parte das terras.Alguns anos mais tarde, parte da fazenda tornou-se propriedade de Antonio Martins Lage e, em 1920, a “Chácara Lage” foi comprada pelo neto, Henrique Lage, que se tornou o único proprietário.

Durante mais de 30 anos o Parque Lage foi objeto de várias disputas judiciais. Somente em 1976, por meio de decreto da Presidência da República, o Parque Lage foi definitivamente incorporado ao patrimônio da União – tornando-se um bem público.

Segundo Iane Cordeiro, professora de História do INSP, um dos objetivos de um a aula no Parque Lage é fazer com que os alunos do 6º ano identifiquem a importância das fontes históricas analisando padrões sociais, culturais, costumes e hábitos de um povo e de uma sociedade. Além do contato com uma área verde que oferece uma paisagem encantadora de animais silvestres, jardins projetados e 52 hectares de floresta exuberante, com grande variedade de espécies da Mata Atlântica.

Colaboração: Iane Cordeiro, professora de História Ensino Fundamental II

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