Uma ponte entre Matemática, Geografia e História!

No dia 22/05, a 1ª série do Ensino Médio realizou com os professores Bruno Barradas e João Galdino a Aula de Campo na Ponte Rio-Niterói. O intuito foi ter uma visão diferenciada da Geografia do Rio de Janeiro e ter o enfoque da Matemática no monitoramento, controle de tráfico e salvamento médico das equipes multidisciplinares da CCR Ponte.

O problema das sete pontes de Königsberg foi o ponto de partida para a organização da criativa aula de matemática na Aula de Campo. Sete pontes de Königsberg trata-se de um conhecido problema histórico da matemática resolvido por Leonhard Euler em 1736, cuja solução negativa originou a teoria dos grafos. O problema é baseado na cidade de Königsberg (território da Prússia até 1945, atual Kaliningrado), que é cortada pelo Rio Prególia, onde há duas grandes ilhas que, juntas, formam um complexo que na época continha sete pontes.

Envolvendo raciocínio lógico-matemático e observando as questões estruturais de construções civis de alta monta, o prof. Bruno Barradas desenvolveu em conjunto com a CCR PONTE uma visitação às instalações da Ponte Rio-Niterói. Nessa visitação, os alunos tiveram o privilégio de conhecer o centro de controle de Tráfico em que as questões de probabilidade são imprescindíveis para o fluxo automotivo; a logística e a atuação do resgate, primando pela vida humana sem deixar as questões básicas de segurança em segundo plano; as questões estruturais e de conservação foram foco de muita atenção e estudo dos alunos presentes.

Aproveitando a localização privilegiada, o prof. João Galdino acompanhou as turmas na visitação à Ponte Rio-Niterói e apresentou uma importante visão geográfica da Baía de Guanabara, que é a resultante de uma depressão tectônica formada no Cenozoico, entre dois blocos de falha geológica: a chamada Serra dos Órgãos e diversos maciços costeiros, menores. Constitui a segunda maior baía, em extensão, do litoral brasileiro, com uma área de aproximadamente 380 km². Considerando-se a sua barra como uma linha imaginária que se estende da ponta de Copacabana até à ponta de Itaipu, esta sofre um estreitamento entre a ponta da Fortaleza de São João, na cidade do Rio de Janeiro, e a ponta da Fortaleza de Santa Cruz, na de Niterói, com uma largura aproximada de 1.600 metros. Relativamente a meio dessa passagem, ergue-se uma laje rochosa (ilha da Laje), utilizada desde os colonizadores como ponto de apoio à defesa da barra, o atual Forte Tamandaré (antigo Forte da Laje). As profundidades médias na baía são de 3 metros na área do fundo, 8,3 metros na altura da Ponte Rio-Niterói e de 17 metros no canal de entrada da barra. Na área do fundo, onde desaguam a maior parte dos rios, o acúmulo de sedimentos constituiu manguezais, envoltos pela vegetação própria da Mata Atlântica.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ba%C3%ADa_de_Guanabara

Colaboração: Gabriel Morse, Coordenador do Ensino Médio

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Social Widgets powered by AB-WebLog.com.

Fale conosco.
Fale com a gente!
Olá, em que posso lhe ajudar?